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Ciranda de Mãe Nina

Alceu Valença

ALEX 16 Alceu Valença Ciranda de Mãe Nina

Foi numa ciranda

Na estrada de Paulista

Lá pras bandas de Olinda

Laço branco no cabelo

Da menina Severina

Da menina Severina


Navegando no seu corpo

Emoldurado pela chita

Com seu corpo navegando

No terreiro de Mãe Nina

Com seu corpo navegando

No terreiro de Mãe Nina


Ô cirandeiro, ô cirandeiro


Onde anda aquela estrada

De Olinda ou Paulista?

Onde laço onde fita

Laço branco da menina?

Onde a voz do cirandeiro?

Veste chita Severina?

Onde anda meu irmão?

A ciranda se acabando

O sol mordendo a madrugada

No compasso da lembrança

Eu aqui sem esperança
( )
Sem ciranda ou cirandá


Vim do Recife

Um rapaz me perguntou

Se na ciranda que eu vou

Se tinha muitas morenas

Eu disse tem

Muitas morenas, mulata

Dessas que a morte mata

E depois chora com pena

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