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Jeito de Mato

Almir Sater

Benyan 39 Almir Sater Jeito de Mato
[Intro]


[Solo]

E|554p22|
B|53p255/753p223h53|
G|4|
D||
A||
E||

E|22|
B|53p223p2333p22|
G|4444|
D||
A||
E||


De onde é que vem

Esses olhos tão tristes?

Vem da campina onde o sol se deita

Do regalo de terra que teu dorso ajeita

E dorme serena, no sereno e sonha


De onde é que salta

Essa voz tão risonha?

Da chuva que teima, mas o céu rejeita

No mato, do medo, da perda tristonha

Mas, que o sol resgata, arde deleita


Há uma estrada de pedra

Que passa na fazenda

É teu destino, é tua senda

De onde nascem tuas canções

As tempestades do tempo

Que marcam tua história

Fogo que queima na memória

E acende os corações


Sim, dos teus pés na terra nascem flores

A tua voz macia aplaca as dores

E espalha cores vivas pelo ar


Sim, dos teus olhos saem cachoeiras

Sete Lagoas, mel e brincadeiras

Espumas, ondas, águas do teu mar

( )
( )


Há uma estrada de pedra

Que passa na fazenda

É teu destino, é tua senda

De onde nascem tuas canções

As tempestades do tempo

Que marcam tua história

Fogo que queima na memória

E acende os corações


Sim, dos teus pés na terra nascem flores

A tua voz macia aplaca as dores

E espalha cores vivas pelo ar


Sim, dos teus olhos saem cachoeiras

Sete Lagoas, mel e brincadeiras

Espumas, ondas, águas do teu mar

( )


De onde é que vem

Esses olhos tão tristes?

Vem da campina onde o sol se deita

De onde é que salta essa voz tão risonha

Dorme serena, no sereno e sonha

( )


Dorme serena e sonha

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