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Extremo (Getsêmani do Meu Ser)

Anderson Freire

DANYREC 47 Anderson Freire Extremo (Getsêmani do Meu Ser)
Intro: , , , , , ,

Solo da intro:
E|75
B|710
G|7h9779~
D|9
A|
E|

E|
B|
G|10p9797911~
D|
A|
E|

E|75
B|71077h8p75~
G|7h9
D|
A|
E|


Ninguém pode te adorar por mim

Nem se arrepender por mim, por isso estou aqui

Não me deixes, pai, adormecer no Getsêmani do meu ser

Não posso retroceder

Teu corpo foi prensado feito fruto da oliveira

E como azeite e sangue tua pele transpirou

O dia do silêncio quem sabe estou vivendo

Ao ponto de pensar que o próprio pai me abandonou

As razões, aflições não anulam minha paz

E se fraco eu estou, forte o senhor me faz


Oh! Leva-me ao extreeemo, eu sei que está doendo

Preciso alcançar o calvário e me entregar

Até mesmo no silêêêncio eu sei que estás me vendo

Preciso alcançar o trono e te adorar

(Intro com o solo)


Não me deixes, pai, adormecer no Getsêmani do meu ser

Não posso retroceder

Teu corpo foi prensado feito fruto da oliveira

E como azeite e sangue tua pele transpirou

O dia do silêncio quem sabe estou vivendo

Ao ponto de pensar que o próprio pai me abandonou

As razões, aflições não anulam minha paz

E se fraco eu estou, forte o senhor me faz


Oh! Leva-me ao extreeemo, eu sei que está doendo

Preciso alcançar o calvário e me entregar

Até mesmo no silêêêncio eu sei que estás me vendo
( )
Preciso contemplar teu trono e te adorar


Vou te adorar, além da cruz eu vou

Lançarei a ti coroas de louvor

Digno tu és, cordeiro santo

Como os anciãos, me prostrarei, Senhor

Mas enquanto sou o peregrino aqui

Levarei a minha cruz até ao céu subir


Oh! Leva-me ao extreeemo, eu sei que está doendo

Preciso alcançar o calvário e me entregar

Até mesmo no silêêêncio eu sei que estás me vendo

Preciso contemplar teu trono e te adorar

Final: Intro com o solo

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