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Avô

Djavan

tony 21 Djavan Avô
Intro.: / / / / / / / / / /
/ / / / / / / / / /



E se eu parar de tomar pra sempre sun---dae
/ / / /
E não amar Levi-Strauss em seu enleio

Se eu achar démodé, quem serei?

E se tiver tudo chato e o céu for feio

E eu decidir que Chopin, não solfejarei

Se eu fizer um ar blazé, quem serei? Quando eu for saberei

Como eu era um homem longe do que sou

Preocupado em me mostrar capaz...


Nem que eu queira, hoje posso ser tal rapaz

Não sou mais, não sou mais, não sou mais

Não sou mais, não sou mais, não sou mais, enfim

Não sou mais, não sou mais, nem mes--mo o que serei, sou

Não sou mais, não sou mais


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E no balaio da construção de um ho----mem

Revejo os moldes e as massas que eu já usei

Pois viver é reviver, hoje eu sei, quem eu for, já encontrei

E de quebra a experiência me ensinou:

É preciso juventude, para que eu me torne avô,

É preciso juventude


Quem me dera tê-la intacta a cada era como uma flor

Que algum dia, alguém espera em outra porta que o futuro preparou

Quem me dera tê-la intacta a cada era como uma flor

Que algum dia, alguém espera

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