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Numa Esquina de Hanói

Djavan

Djavan (1978) Claurenata 3 Djavan Numa Esquina de Hanói

Um é par de dois
Quer ver, verás
Irei a ti pra viver
Depois morrer de paz
Ou não
Quem saberá?

Ficarei sabedor
Se você temperou no sal
Ou se salobro nós
Me atiro, cívico
Aos meus amigos
De varar a noite

Trazás nó cego, dirás
E eu rirei, pecador
No que você corará mais
E de cor entregarás
A minha alma viva
E depenada para o satanás
Que enfim, quiçá lhe trai
Indiferente a mim
Que não lhe significa nada mais
Do que um lobo atroz
Perdido numa esquina de Hanói
Perdido numa esquina de Hanói

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