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Poeira

ner

Retrato (1995) grego 505 ner Poeira

Um carro de boi la vái,gemendo la no estradão

suas grandes rodas fazendo,profundas marcas no chão

Vai levantando poeira,poeira vermelha

poeira, poeira do meu sertão.

Olha seu moço a boiada ,em busca do ribeirão

vai mungindo vai ruminando,cabeças em confusão

Vai levantando poeira,poeira vermelha

poeira,poeira do meu sertão

olha so o boiadeiro,montado em seu alazão

conduzindo sua boiada,com seu berrante na mão

Poeira entre meus olhos

Não fico zangado não,pois sei que quando morrer

meu corpo ira para o chão

Se transformar em poieira,

poeira vermelha,poeira

poeira do meu sertão.

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