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Esquinhas Crués

João Alexandre

garciantelo 48 João Alexandre Esquinhas Crués

Intr. { G C/E , F(add9) D/F# , G C G/B , F D/F# } (2x)


De longe se vê sua imagem,

Sua tatuagem, seu jeito de andar

Olhar de menina, corpo de mulher

Pros homens um vício qualquer.

Sem eira nem beira de qualquer maneira

Se esconde entre brincos, colares e anéis

Escrava da sorte de esquinas cruéis.


Conhece os normais e os doentes

De tão diferentes parecem iguais

Pois pagam seu preço, desfrutam seu corpo

Confundem prazer com amor

No seu dia-a-dia, a mesma agonia

Vender pra ganhar, pra chorar, pra sofrer

Contrariando a vida, pra aos poucos morrer.


Você tem um preço mais alto,

E Deus lá do alto um dia já pagou

Desceu de sua glória, morreu numa cruz

Pra levar de uma vez suas lágrimas

O amor mais sincero, a paz sem limites

E em meio às tristezas, promessas fiéis

É Cristo em sua vida quebrando os cordéis

Pra te dar vida livre de esquinas cruéis
Em C F(add9) D7/4 D7 { Intr. }
Vem arrependida viver a seus pés.

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