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Fênix

Jorge Vercillo

C123500 37 Jorge Vercillo Fênix

Eu, prisioneiro meu descobri no breu

Uma constelação céus, conheci os céus

Pelos olhos seus véu de comtemplação


Deus, condenado eu fui a forjar

O amor no aço do rancor

E a transpor as leis mesquinhas

Dos mortais vou entre a redenção

E o esplendor de por você viver


Sim, quis sair de mim esquecer quem sou

E respirar por ti e a transpor as leis

Mesquinhas dos mortais

( )


Agoniza virgem Fênix o amor entre cinzas

Arco-íris e esplendor por viver às juras

De satisfazer o ego mortal


Coisa pequenina centelha divina

Renasceu das cinzas onde foi ruína

Pássaro ferido hoje é para-----íso


Luz da minha vida pedra de alquimia

Tudo o que eu queria renascer das cinzas


Ih êe... Quando o frio vem nos aquecer o coração

Quando a noite faz nascer a luz da escuridão

E a dor revela a mais esplêndida emoção


O amor quando o frio vem nos aquecer o coração

Quando a noite faz nascer a luz da escuridão

E a dor revela a mais esplêndida emoção

( )
( )


Quando o frio vem nos aquecer o coração

Quando a noite faz nascer a luz da escuridão

E a dor revela a mais esplêndida emoção


O amor quando o frio vem nos aquecer o coração

Quando a noite faz nascer a luz da escuridão

E a dor revela a mais esplêndida emoção o amor

( )

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