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Quadro-Negro

Lenine

Falange Canibal (2002) luisjorgemartin 4 Lenine Quadro-Negro

No sub-imundo mundo, sub-humano

Aos montes, sob as pontes, sob o sol

Sem ar, sem horizonte, no infortúnio

Sem luz no fim do túnel, sem farol

Sem-terra se transformam em sem-teto

Pivetes logo se tornam pixotes



Meninas, mini-xotas, mini-putas

De pequeninas tetas nos decotes

Quem vai pagar a conta?

Quem vai lavar a cruz?

O último a sair do breu, acende a luz

No topo da pirâmide, tirânica

Estúpida, tapada minoria

Cultiva viva como a uma flor

A vespa vesga da mesquinharia

Na civilização eis a barbárie



É a penúria que se pronuncia

Com sua boca oca, sua cárie

Ou sua raiva e sua revelia

Quem vai pagar a conta?

Quem vai lavar a cruz?

O último a sair do breu, acende a luz

O que prometeu não cumpriu

O fogo apagou

A luz se extinguiu

Letra añadida por: Rog3r (#10.639)

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