Letra
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(intro)
Eu tenho pena da mulher do meu patrão
Muito rica tao bonita, ai meu Deus que mulherão
Nao tem meninos para não envelhecer
mas nervosa sofre muito por nao ter o que fazer
no atiço da panela, no batuque do pilão
tem somente 15 filhos mais o chacho do feijão
sarampo, catapora mais a roupa pra lavar
resfriado, tosse braba, lenha para carregar
pote na cabeça, tem xerém pra cozinhar
tira o leite da cabrinha, tem o bode pra soltar
vivo com minha nega num ranchinho que eu fiz
não se queixa, não diz nada e se acha bem feliz
Com tudo isso ainda sobra um tempinho
Um agrado, um carinho eu não quero nem dizer
Com tudo isso ainda sobra um tempinho
E um moleque sambudinho todo ano e pra nascer
(repete tudo)
Eu tenho pena da mulher do meu patrão
Muito rica tao bonita, ai meu Deus que mulherão
Nao tem meninos para não envelhecer
mas nervosa sofre muito por nao ter o que fazer
no atiço da panela, no batuque do pilão
tem somente 15 filhos mais o chacho do feijão
sarampo, catapora mais a roupa pra lavar
resfriado, tosse braba, lenha para carregar
pote na cabeça, tem xerém pra cozinhar
tira o leite da cabrinha, tem o bode pra soltar
vivo com minha nega num ranchinho que eu fiz
não se queixa, não diz nada e se acha bem feliz
Com tudo isso ainda sobra um tempinho
Um agrado, um carinho eu não quero nem dizer
Com tudo isso ainda sobra um tempinho
E um moleque sambudinho todo ano e pra nascer
(repete tudo)