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Canção do Gigante

Oswaldo Montenegro

Albano 4 Oswaldo Montenegro Canção do Gigante

Meu riso é grande, não cabe em mim

Minhas mãos são grandes, te aplaudem assim

Meu peito é grande, ninguém quer brincar

Meus pés são grandes, no mesmo lugar

Mesmo lugar


Meu olho é grande, meu mundo é maior

Meu braço é grande, já me dei um nó

Meu sonho é grande, não quero acordar

Meu riso é grande, ninguém quer brincar

Quem quer brincar?

/
Quem é que nunca sentiu que o mundo é um gigante

E achou que era fraco, e se achou
/
Quase um rato e que o gato

Era o mundo, um gigante malvado e
/
Quem é que coitado n olhava pra cima

Esperando a porrada, o cacete, o esporro,

A mijada, a espora, o facão?
/
Quem é que nunca arregou, nunca teve paúra

E será que alguém jura que nunca tremeu de pavor,

De terror, de vertigem, de altura (oh! que tava no chão!),

E quem é o machão que não teve surpresa de ser humilhado
/
igual feio na festa e menino mijão?
/
Presta atenção!

/
Quem não perdeu a atenção dos seus pais

Quem não foi encarnado depois de uma queda
/
Ou porque era vesgo ou porque era torto
/
Ou se o avô já tá morto, se sente sozinho

Ou porque é menorzinho ou porque é bobalhão

É pereba ou otário?
E olha presta atenção!
/
Quem não levou uma surra, perdeu um horário

Quem é que jamais teve um sonho esmagado

Ou sofreu uma ofensa do melhor amigo e quem

É que agora concorda comigo esse mundo é um gigante

E a gente é anão?
/
A gente é anão!
/
Presta atenção, presta atenção



Meu olho é grande, meu mundo é maior
(Mun..............do gigan.......te)


Meu braço é grande, já me dei um nó
(doi..........do mun....do)


Meu sonho é grande, não quero acordar
(Quem não sen........te)


Meu riso é grande, ninguém quer brincar
(me...........do quan.........do)


Quem quer brincar?
(ven.........ta?)


Quem quer brincar?

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