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Há Sempre Uma Esperança

Ozéias de Paula

AcordesJoel 6 Ozéias de Paula Há Sempre Uma Esperança

Nas desilusões da vida

No desvanecer dos sonhos

Há sempre uma despedida

Em meio a um cantar tristonho


Há sempre um lenço branco

E um pranto no olhar surgindo

De alguém que ficou no banco

Olhando outro alguém partindo


Mas, há sempre uma esperança

Na vida de quem insiste

Em não caminhar tão triste

Na estrada por onde for


Mas, há sempre uma esperança

Batendo em nossa porta

Salvando a fé quase morta

Na ressurreição do amor


Na rosa, por sobre a terra,

Mas, que não murchou ainda

A mesma tristeza encerra

Na rima que um verso finda


Porque quando a rosa murcha

O aroma se desvanece

Dissolve-se qual a rima

De um verso que alguém esquece

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