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No Fim do Arco-Iris

Pierre Simões

tuttiigarciia 29 Pierre Simões No Fim do Arco-Iris

Quando eu era criança,

Guri das Minas Gerais

A gente enchia a pança

De arroz doce e tudo mais

De tarde quando chovia

Refrescava o calorão

No morro aparecia

Um arco-íris bonitão

O povo sempre dizia

Com certeza e com razão

Um pote no fim havia

Cheio de ouro, no chão.

Mas ninguém se atrevia
D7 Gm (b5)
Pegar o tesouro não

Todo mundo se tremia

De arranjar só confusão

Sonhar alto era pecado

Quanto mais pra ser barão

Vejam o Zé, mas que coitado!

Ficou pobre desde então

Mas no fundo eu queria

Ver de perto o tal quinhão

Mas disseram que eu teria

Pelo padre, excomunhão.

Com coragem e valentia

Fui pegar o dinheirão

Que bobagem, não existia,

Um só grama, nem um tostão.

No lugar um anjo havia

Com um baita sorrisão

Me falou como eu podia

Conquistar o presentão

O tal pote existiria

Só com uma condição

Se quiser ser rico um dia

É mais que um bom coração

Vai ter que fazer as pazes

Com o dinheiro e com o perdão

Afastar vícios vorazes

Como culpa e depressão

Assumir a própria vida

Ter por ela, gratidão.

O poder de escolha é tida,

Como sábia decisão

O sucesso se aprende

Com estudo e com ação

A riqueza só depende

De você com ambição.

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