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Diamante de Mendigo

Raul Seixas

Por quem os sinos dobram (2006) grego 22 Raul Seixas Diamante de Mendigo

Eu tive que perder minha família

Para perceber o benefício que ela me proporcionava

É triste aceitar esse engano

Quando já se esgotaram as

possibilidades

E agora sofro as atitudes que tomei

Por acreditar em verdades ignorantes

Que na época tomei acreditando

Numa moda passageira

Que se foi tal qual fumaça

Não respeitei o sacrifício

Que custa para construir

A fortaleza que se chama família

Acabamos no fim perdendo a

quem nos ama

Só por que o jornaleiro da esquina

Falou que é otário aquele que confia

E é tão difícil confiar em alguém

Quando a gente aceita se mentir, se mentir

Somente conhecendo a beleza da união

É que a gente tem a força

Para não, não se enganar

Eu que me achava um diamante

Nas mãos de mendigos

Só pelo medo de não sê-lo

Não respeitei o sacrifício

Que custa para construir

A fortaleza que se chama família

Acabamos no fim perdendo a quem nos ama

Só porque o jornaleiro da esquina

Falou que é otário aquele que confia

E é tão difícil confiar em alguém

Quando a gente aceita se mentir, se mentir

Somente conhecendo a beleza da união

É que a gente tem a força para

não, não se enganar

Eu que me achava um diamante

Nas mãos de mendigos, pelo

medo de não sê-lo

Eu que me achava um diamante

Nas mãos de mendigos

Pelo medo de não sê-lo...

Letra añadida por: votasgu (#11.473)

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