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Cerne de Aroeira

Tião Carreiro e Pardinho

jefedivino 53 Tião Carreiro e Pardinho Cerne de Aroeira
Para chegar nessa terra
Vim arriscando a sorte
Bebi água envenenada respirei, o ar da morte

Na navalha do destino... vim rastejando no corte

Eu vim trazendo coragem, esperança e sangue forte

A minha pobre bagagem eu mesmo fiz o transporte


Para entrar na batalha
Saí da minha trincheira
Com pingos do meu suor fui apagando a poeira

Com fibra e resistência, igual cerne de aroeira

Eu sempre segui avante, atravessando barreira

E no mastro da vitória hasteei minha bandeira


Chorei muito no passado
Para sorrir no presente
Estou colhendo o fruto onde plantei a te

A minha mão calejada é minha grande patente

E tudo que hoje tenho, agradeço a Deus somente

Porque na luta da vida eu venci honestamente


Gente que me vê na sobra
Tem inveja do que sou
Mas não sabe que o sol muitas vezes me queimou

Nos caminhos que passei, muita gente não passou

Nas lutas que eu venci, eu vi gente que tombou

Precisa ter fé em Deus para chegar onde estou

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