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Avôhai

Zé Ramalho

siervodaa 25 Zé Ramalho Avôhai
[Intro]

E|||
B|||
G|24202|2244557799775544221122|
D|00000|0000000000000000000000|
A|||
E|||

E||
B||
G|112211212121212~~~~|
D|000000000000000~~~~|
A||
E||


Um velho cruza a soleira, de botas longas, de barbas longas de ouro o brilho do seu colar

Na laje fria onde quarava sua camisa e seu alforje de caçador

Oh, meu velho invisível Avôhai

Oh, meu velho indivisível Avôhai

Neblina turva e brilhante em meu cérebro, coágulos de sol

Amanita matutina e que transparente cortina ao meu redor

E se eu disser que é meio sabido você diz que é meio pior

E pior do que planeta quando perde o girassol

É o terço de brilhante nos dedos de minha avó

E nunca mais eu tive medo da porteira

Nem também da companheira que nunca dormia só


AVÔHAI, avô e pai

[Solo]

E|7|
B|57875|
G|4|
D||
A||
E||


AVÔHAI


O brejo cruza a poeira, de fato existe um tom mais leve na palidez desse pessoal

Pares de olhos tão profundos que amargam as pessoas que fitar

Mas que bebem sua vida, sua alma na altura que mandar

São os olhos são as asas, cabelos de avôhai,

Na pedra de turmalina e no terreiro da usina eu me criei

Voava de madrugada e na cratera condenada eu me calei

Se eu calei foi de tristeza você cala por calar

E calado vai ficando só fala quando eu mandar

Rebuscando a consciência com medo de viajar

Até o meio da cabeça do cometa girando na carrapeta no jogo de improvisar

Entrecortando eu sigo dentro a linha reta eu tenho a palavra certa pra "dotor" num "reclamá"
Avohai
Avohai
Avohai
Avohai

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