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Era

Zeca Baleiro


Era 11 de Setembro

Nem lembro

Foi quando ela me deu

Um beijo que era o fim de um sono caindo
( )
Foi quando aconteceu

Era 4 de Julho Eu juro O chão estremeceu

E a poeira que invadia as ruas Cegava O céu embranqueceu

Para quem espera, O mundo era e erra, E ainda está de pé
A terra em brasa

Para quem espera, A vida sempre será, Um incêndio no coração
Sob o temporal que tudo arrasa

Era dia de Ação de Graças, Na praça, todo mundo riu

Não entendo bem que graça Que acham, num mundo que ruiu

Era sexta-feira santa, De tanta, paixão e frio

Longe ouço uma voz que canta, A mata em flor, e o céu de Abril

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