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Âmago

Ana Vilela

Argesan 901 Ana Vilela Âmago
[Intro]



Sempre existiu num combate constante

Com seu reflexo no espelho brilhante

Já fixado no quarto vermelho

Da cor que é dor de viver

Sem poder se amar


Nunca foi apresentada ao sossego

E amanheceu a vida em desespero

Quando a falta de vida

Já se fez presente

Na hora em primeiro se espera o viver

Mas guarda o amor

No âmago de um peito que arde em dor


Já viu o mundo com os olhos do medo

Quando guardou sua dor em segredo

Numa redoma de vidro que corta-lhe

A alma e o peito cansados de se isolar

Se acostumou a aceitar a metade

De todo amor que merece em verdade

Sem se dar conta

Que só cabe a ela aceitar

O amor que ela mesma julgar merecer


Mas mesmo a sofrer

Entende que a dor também faz crescer

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