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Sangue do Paraguai

Baleia

Antocano 13 Baleia Sangue do Paraguai


E|1|
B|3|
G|2|
D|2|
A|0|
E||


INTRO



De longe, seu nome

cativa e cega

É puro

O tempo revela

um furo


O peso do fardo

Corte cicatrizado

Contradição opaca

Vítima de uma faca esterilizada

Surra de mãos lavadas

Sangue do Paraguai


Arde

Sopra a lesão covarde

Xinga e transfere a culpa

Foge do enxame e exume o que sepulta

Num linguajar que insulta

Dentro da nossa norma culta



Embaixo ecoa

a imensa voz do cume

De perto é só um frágil sussurro


Fardo

Corte cicatrizado

Contradição opaca

Vítima de uma faca esterilizada

Surra de mãos lavadas

Sangue do Paraguai


Arde

Sopra a lesão covarde

Xinga e transfere a culpa

Foge do enxame e exume o que sepulta

Num linguajar que insulta

Dentro da nossa norma culta

( )
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