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O Nada Não Me Abala

Filipe Ret

Juanan20 27 Filipe Ret O Nada Não Me Abala

Máfia da caneta numa margem distante

Fiamá da taneca manu gemmar tentandis

Máfia da caneta numa margem distante

Fiamá da taneca manu gemmar tentandis


O que te bate a cabeça o que que tu acha

Um som bolado, boladão esculacha, o santo baixa

Tipo do inconscientemente o flow encaixa
Vem que vem lindamente carrega o pente

Segura a saraivada

Tem rima engatilhada
Respira fundo

Sente a levada, e viaja

Máfia da caneta, numa margem distante

Eu sei alguns tentam me entender
As vezes é difícil

Sou o meu ser e não o que eu visto

Assustador? É a ignorância em ação

Miserável mata fome com qualquer ilusão

Facilidade sem valor

Na vida não existe crescimento sem dor

Então, altere o ponto de visão
Mude sua concepção

Hombridade é cria da reflexão


Viaje no que tem importância

O tiro representa o auge da ignorância

O mal não me atinge, porque o nada não me abala

Ideias são a prova de bala


Vou aprender o que a vida diz

Viver é mais importante do que ser feliz

O erro é mais construtivo que o acerto

Marginalize-se e liberte-se do medo

Quem é alguma coisa pra me julgar?

Sou invisível aos olhos de quem não sabe voar

Somos ambulantes pontos de interrogação

Emoção, ambição, reflexão

Selecione o que olhar, escolha o que ignorar

A lucidez é um fenômeno particular

Quem é rico pra pagar, irmão
Se a exclusão é o preço da sua visão

Com qualquer aliado eu tô na boa

Quem me conhece tá ligado, eu não vou rimar à toa

Derrepentemente, eu te represente

Eu não quero ser superior, só diferente

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