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Refrão de Um Bolero

Humberto Gessinger

Crvega2001 29 Humberto Gessinger Refrão de Um Bolero
Intro:

E||
B|320320|
G|02|
D|02|
A|0|
E|3|



Eu que falei nem pensar

Agora me arrependo roendo as unhas

Frágeis testemunhas

De um crime sem perdão


Mas eu falei sem pensar

Coração na mão, como o refrão de um bolero

Eu fui sincero

Como não se pode ser


Um erro assim tão vulgar

Nos persegue a noite inteira

E quando acaba a bebedeira

Ele consegue nos achar


Num bar,

Com um vinho barato

Um cigarro no cinzeiro

E uma cara embriagada no espelho do banheiro


Ana Teus lábios são labirintos

Que atraem os meus instintos mais sacanas

Teu olhar

sempre distante

Sempre me engana

Eu entro sempre na tua dança de cigana

(2ª parte - repetição)



Eu que falei nem pensar

Agora me arrependo roendo as unhas

Frágeis testemunhas

De um crime sem perdão


Mas eu falei sem pensar

Coração na mão, como o refrão de um bolero

Eu fui sincero

Como não se pode ser


Um erro assim tão vulgar

Nos persegue a noite inteira

E quando acaba a bebedeira

Ele consegue nos achar


Num bar,

Com um vinho barato

Um cigarro no cinzeiro

E uma cara embriagada no espelho do banheiro


Ana Teus lábios são labirintos

Que atraem os meus instintos mais sacanas

Teu olhar

sempre distante

Sempre me engana

Eu entro sempre na tua dança de cigana

Solo Bm G A Repete o tempo do solo


Teus lábios são labirintos

Que atraem os meus instintos mais sacanas

Teu olhar sempre distante

Sempre me engana


Ana

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