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Cidadão

Moraes Moreira

royer 11 Moraes Moreira Cidadão
[Intro]


Na mão do poeta o sol se levanta

E a lua se deita

Na côncava praça aponta o poente, o apronte

O levante crescente da massa

Aos pés do poeta a raça descança de olho na festa

E o céu abençoa essa fé tão profana

Oh, minha gente baiana, goza mesmo que doa

[Refrão]


Abolição no coração do poeta

Cabe a multidão, quem sabe essa praça repleta

Navio negreiro já era, agora quem manda

É a galera nessa cidade nação

Cidadão, navio negreiro já era

Agora quem manda é a galera

Nessa cidade nação

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