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Não Era Pra Ser

Quarteto Coração de Potro

Galeo 25 Quarteto Coração de Potro Não Era Pra Ser

Foram três luas amanunciando potro

E nem sinal de se entregar pras cordas

O olhar de mal meio fresteando a franja

Coiceando a sombra desque o sol acorda


Era o sereno na manhã de maio

De quando um bufo despertava a cena

Falsa quietude atada ao palanque

Imagem xucra de um mouro pavena


Filha pequena flor do meu jasmim

Pelo terrero num semblante em festa

Sonhando cores n alguma cantiga

Na liberdade que a inocência empresta

Como um lampejo brincou rumo as patas

Meneando a franja no garrão do potro

E eu no assombro da encruzilhada

De correr pro pai ou de rezar pro Outro

( )


Nem a fornera fez cantar de ensaio

E até o vento mermou no arvoredo

As quatro patas igual a um palanque

Se enrraizaram a esconder segredos


Então a prece que ecoou distância

Fez a flor linda habitar os meus braços

O próprio maula quis poupar a infância

Pela pureza de seus ternos traço


Me da a cabeça pra eu tirar o buçal

Assim com jeito vou te dar benção

E nesse lombo apenas geadas

vão fazer pátria pela gratidão


Me da a cabeça pra eu tirar o buçal

Assim com jeito vou te dar benção

E nesse lombo apenas geadas

vão fazer pátria pela gratidão


Me da a cabeça pra eu tirar o buçal

Assim com jeito vou te dar benção

E nesse lombo apenas geadas

vão fazer pátria pela gratidão

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