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Nobilíssimo

Samuel Góes

Jorgito 187 Samuel Góes Nobilíssimo
( )
Quem passa, deu a mão pro tempo senil
Sentimento aberto pelos ombros
Carne, pele, pelo, quadril
Quem passa, consagrou-se menos servil
O prazer desperto e Gil

Pouco desolado pelo assombro


Quem passa, sente a fé e a flor do preconceito

Mas modificou o (sentimento)fundamento nobilíssimo do coração ao se estimar


Quem passa é a vida gasta pelo jogo, um povo que corre perigo

Um bem, um amor, um amigo

E um mundo que não gosta de errar.


Passam flores sobre mim na praça, eu não sei dizer a cor da raça

Mas um homem quer fugir e o mundo espera seus conselhos

Eu não quero me gabar, mas é honesta a minha fama

E eu dormi e Obama veio me acordar.

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