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A Undécima Hora

Silvestre Kuhlmann

Julbel 9 Silvestre Kuhlmann A Undécima Hora

Cheguei tarde, Senhor, no fim do dia
Era a undécima hora na seara
O ardor do pleno Sol já se acabara
E, tão serena, a tarde se abatia

Cheguei tarde, meu Deus. Nem merecia
A paga que, de início, se acertara
Mas tua mão jamais se mostra avara
Nem se acomoda a uma justiça fria

O verdadeiro amor nunca faz contas
Por isso, cai a noite e não descontas
O tempo que perdi sem paradeiro

E quando estendo a minha mão mendiga
A tua Graça se revela amiga
E me paga o salário por inteiro

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