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Guerra de Facão

Wilson Aragão

Patricia 5 Wilson Aragão Guerra de Facão

Ê, ê, ê ê, ê, ê, ê, ê, ê (repete 2X)


A dor do cocho é não ter ração pro gado

A dor do gado é não achar capim no pasto

A dor do pasto é não ver chuva há tanto tempo

A dor do tempo é correr junto da morte

A dor da morte é não acabar com o nordestino

A dor do nordestino é ter as pena exagerada

De aviar logo desculpa pra lhe pisou no lombo

E lhe lascou no cucurute vinte quilos de lajedo

Ao invéz de axotar pra caixa prego o vagabundo

E se adeitou num trono, e acordou num pau de cêbo


Ê, ê, ê boi, ê boiada ê, ê boi (repete 2X)


A dor do jegue, tadin nasceu sem chifre

A dor do chifre é não nascer em certa gente

A dor da gente é confiar de mais nos outros

A dor dos outros é que nem todo mundo é besta

A dor da besta é não parir pra ter seus filhos

A dor pior de um filho é chorar e a mãe não ver

Ta chegando o fim das épocas, vai pegar fogo no mundo

E o pior que os vagabundos tocam musica estrangeira

Ao invéz de aproveitar o que é da gente do nordeste

Eu vou chamar de mentiroso, quem???

Dizer que é cabra da peste.


Ê, ê, ê boi, ê boiada ê, ê boi (repete 2X)


A dor do sol é que ele não conhece a noite

A dor da noite é que não tem mais seresteiro

A dor do seresteiro é o medo da policia

A dor da policia é ter ladrão no mundo inteiro

A dor do mundo inteiro é que ta chegando os gringos

A dor pior de um gringo é outro gringo do outro lado

Não sei se to errado mais arrisco meu parpite

De acabar com as bomba atromba e encoivarar os rifle

Tocar fogo em toda tenda que é de fabricar canhão

E morre muito menos gente, se a guerra for de facão


Ê, ê, ê boi, ê boiada ê, ê boi (repete até o final)

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