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Caminheiro - Poeira da Estrada - Porta do Mundo

Zé Henrique E Gabriel

Franyiiale09gh 367 Zé Henrique E Gabriel Caminheiro - Poeira da Estrada - Porta do Mundo
Introdução:


Caminheiro que lá vai indo, pro rumo da minha terra

Por favor faça parada, na casa branca da serra

Ali mora uma velhinha, chorando o filho seu

Essa velha é minha mãe, e o seu filho sou eu

Ooooooooi, caminheiro, leva esse recado meu


Levantei a tampa voltei ao passado

Meu mundo guardado dentro de um baú

Encontrei no fundo todo empoeirado

O meu velho laço bom de couro cru
Me vi no arreio do meu alazão

Berrante na mão no meio da boiada

Abracei o laço velho companheiro

Bateu a saudade, veio o desespero

Sentindo o cheiro da poeira da estrada

Estrada que era vermelha de terra

Que o progresso trousse o asfalto e cobriu

Estrada que hoje chama rodovia,

Estrada onde um dia meu sonho seguiu,

Estrada que antes era boiadeira

Estrada de poeira, de sol, chuva e frio,

Estrada ainda resta um pequeno pedaço

As poeira do laço que ainda não saiu


O som da viola bateu no peito e doeu meu irmão

Assim eu me fiz cantador sem nenhum professor aprendi a lição

São coisas divinas do mundo que vem num segundo a sorte mudar

Trazendo pra dentro da gente as coisas que mente vai longe buscar

Trazendo pra dentro da gente as coisas que a mente vai longe buscar

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