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O Silêncio do Seresteiro

Zilo e Zalo

KeKo 11 Zilo e Zalo O Silêncio do Seresteiro
Introdução:


Vocês amigos com certeza ainda recordam

De uma viola que gemia em minha mãos

As melodias pronunciadas pelas cordas

Quando eu cantava com próprio coração

E quantas vezes eu pernoitava no sereno

O som da viola despertava minha amada

Hoje sozinho sinto na alma o veneno

Das longas noites e das frias madrugadas


E as canções que eu cantava pelas ruas

Deixei de herança para um dos companheiros

Em minha ausência parece a velha lua

Vem ver o silêncio do antigo seresteiro

Meu triste peito torturado pela idade

Em serenata já não pode mais cantar

E para todos que de mim sentir saudade

Os companheiros cantarão em meu lugar


Aqui tão longe das noitadas de seresta

Somente a viola guardo de recordação

Do meu passado só a saudade me resta

Por que a vida foi um sonho de ilusão

Esta viola nunca mais fez serenata

Sinto tristeza que cada vez que olho nela

Porque me lembro daquela tirana ingrata

Que foi embora e nunca mais eu soube dela!

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