Acordes de Martinho da Vila
Canciones de Martinho da Vila para tocar en guitarra, piano y ukelele. Repertorio ordenadas alfabéticamente.
Canciones de Martinho da Vila
- A Flor e o Samba 1.058
- A Vila Canta o Brasil, Celeiro do Mundo 1.004
- Amor Pra Que Nasceu 110
- Aquarela Brasileira 4.816
- Batuque Na Cozinha 20
- Beija, Me Beija, Me Beija 12
- Brasil Mulato 111
- Calango Vascaíno 1.040
- Canta Canta, Minha Gente 1.679
- Casa de Bamba 3.764
- Chora Carolina 13
- Chora Viola 41
- Choro chorão 1.121
- Coração de Malandro 543
- Dancei 3.997
- Devagar, Devagarinho 348
- Disritimia 8
- Disritmia 1.319
- É Difícil Ser Fiel 311
- Efeitos da Evolução 442
- Ex-Amor 18
- Feitiço da Vila 151
- Fim de Reinado 51
- Kizomba, a Festa da Raça 77
- Madalena do Jucú 75
- Malandrinha 362
- Me Faz Um Dengo 27
- Meu Laiá Raiá 101
- Meu Off Rio 3.463
- Minha e Tua 174
- Mulheres 248
- Na Aba 2.031
- Namoradeira 2.237
- O Pequeno Burguês 5.684
- Por Favor Me Ajude 133
- Pra que dinheiro 3.317
- Quando essa onda passar 1
- Quem É do Mar Não Enjoa 53
- Quem Foi Que Disse 3.365
- Roda Ciranda 260
- Samba da cabrocha bamba 4.025
- Samba Do Trabalhador 1.027
- Segure Tudo 185
- Suco de Maracujá 18
- Tom Maior 5.535
- Vamos Renascer Das Cinzas 274
Biografía de Martinho da Vila
Martinho José Ferreira (nacido en Duas Barras el 12 de febrero de 1938), conocido como Martinho da Vila, es un cantante y compositor brasileño.
Sambista de la escuela de Vila Isabel de Río de Janeiro (pese a haber nacido en el interior del estado de Río), comenzó su carrera en el III Festival de Música de la cadena de televisión Record, en 1967, en el que concursó con la canción "Menina moça". Repetiría la experiencia en 1968 y 1969. En ese último año salió al mercado su primer álbum de larga duración: Martinho da Vila, que incluía los explosivos partidos-altos "Casa de bamba" y "O pequeno burguês" y los sambas-enredo en estilo compactado "Iaiá do cais dourado" y "Carnaval de ilusões", que alteraban el formato tradicional.
Con sus enormes ventas, Martinho rompió con el tabú que había en la escena de la música brasileña de que los sambistas necesitaban voces intermediarias para llegar a la masa.