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Pranto de Poeta / Sempre Mangueira

Beth Carvalho

Nome Sagrado (2001) seviches 2,673 Beth Carvalho Pranto de Poeta / Sempre Mangueira

Introdução:

Em Mangueira

Quando morre um poeta

Todos choram

Vivo tranquilo em Mangueira porque

Sei que alguém há de chorar quando eu morrer

Mas o pranto em Mangueira é tão diferente

É um pranto sem lenço

Que alegra a gente

Hei de Ter um alguém

Pra chorar por mim

Através de um pandeiro e de um tamborim

Introdução:

Mangueira é celeiro

De bambas como eu

Portela também teve

O paulo que morreu

Mas o sambista vive eternamente

No coração da gente

Os versos de Mangueira são modestos

Mas há sempre força de expressão

Nossos barracos são castelos

Em nosso imaginação

Ô ô ô ô

Foi Mangueira que chegou..

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