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Senhor das Manhãs de Maio

Luiz Marenco

mir2017lOi 10 Luiz Marenco Senhor das Manhãs de Maio
Intr: G G7 C Bm Am D7 G


Meu galpão de alma tranqüila

Ressuscita todo dia...

Cada vez que o sol destapa

Sua silhueta sombria

E desenha cinamomos

Na minha querência vazia...


Senhor das manhãs de maio

ceva este mate pra mim

que eu venho a tempos de lua

minguando sonhos assim:

-Os que eu posso, sonho aos poucos

os que não posso, dou fim...

REFRÃO

Silencio quando posso...

Quando quero sou estrada

Diviso as coisas do tempo

Bem antes da madrugada.

Numa prece que bem lembro

Refaço minhas orações:

"Pai nosso que estais no céu

precisai vir aos galpões!?-




No descaso dos galpões

solito quando me vejo

é que se achega a saudade

com seus olhos de desejo.

Pondo estrelas madrugueiras

Neste céu de picumã

Parecendo que se adentra

Pra contemplar minha manhã.


Meus sonhos domei pra lida

Pra minha rédea, ao meu gosto

Pras dores da minha alma

Se ela cruzar esse agosto.

Por favor Senhor dos mates

não deixe a manhã tão triste

mateia junto comigo

que eu sei que tu ainda existe...

REFRÃO

Silencio quando posso...

Quando quero sou estrada

Diviso as coisas do tempo

Bem antes da madrugada.

Numa prece que bem lembro

Refaço minhas orações:

"Pai nosso que estais no céu

precisai vir aos galpões!?-

"Pai nosso que estais no céu

precisai vir aos galpões!?-

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