Meu galponeiro idioma reculatado nos fogões
Traz suor dos redomões e respingos de luzeiro
A rapidez dos matreiros e o restos de um bailecito
Toldado de céu bonito quincha maior dos pampeiros
Dos conselheiros de mate tive os poetas maiores
E os payadores melhores improvisando inconstâncias
Andei com eles distâncias de mil picadas que abri
Para o meu canto sorrir na evocação das estâncias
Quinchar mangueira empredrada destino do céu que tenho
Das tolderias que venho sobrou meu sangue torena
E a intimidade serena de arrocinar meus cavalos
Depois com gosto cantá-los rondando a noite morena
Por isso meu idioma tem braseiro nas rimas
E acorda o vento nas crinas na correria selvagem
Que um dia tornou-se imagem no olhar daquele que escuta
O teto das reculutas que eu arquivei nas paragens
O Texto das Reculutas
Letra
Ver letra con acordes
Relacionados
Letras más leídas de Quarteto Coração de Potro
1
Sem Ti
2
Na Outra Lua
3
Porque Negar?
4
Noite de Ronda Redonda
5
Milonga de Campo a Laurindo Pedra
6
Pitanga
7
Com Cincha No Osso do Peito
8
Florzita de Campo Aberto
9
Tô de Volta, Chamarrita!
10
No Florir das Açucenas
11
Não Era Pra Ser
12
En El Corazón de Mi Madre
13
Chamarrita romanceira
14
Folcloreando
15
São As Luzes Dos Teus Olhos
16
Tocando Um Baio Por Diante
17
Noturno
18
Rastros e Saudades
19
Com a Tropilha Por Diante
20
O Texto das Reculutas
+
Ver todas
Inicia sesión para guardar esta canción en favoritos
Iniciar sesión