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Na Ponta Dos Dedos

Shana Müller

anesteciaromero 5 Shana Müller Na Ponta Dos Dedos

Repentinamente a dor me pealou

Me molestou os olhos

Apressadamente o violão se amigou,

Foi me pedindo colo.


Cantador de vida brejeira,

Não canta besteira, nem charla em vão

Manuseia os apegos da fala

E espera volteada, alçar de função.


Cautelosamente o mal me embretou

Me desalmando o chasque

Tinha umedecido as leguas do grão,

Lavando a cor do mate.


Cancioneiro de prosa caseira

Não culpa as ovelhas dos males que tem

Faz seus versos rodeados de amigos

E educa os ouvidos no canto de alguém.

(refrão)

Ai, violão veiaco

Eu quase me mato te amando, parceiro.

Faz de conta que nessa milonga

A vida se alonga na ponta dos dedos.


Praserosamente o tempo amançou

Foi me sovando as botas

Veio me tenteando o lenço e o chapéu

E uns troços que se gosta.


Quisera, ter podido

Dormir a cavalo e fazer-me esquecer

Silencioso com a minha silhueta

Rondando as fronteiras do meu bem querer.

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