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Cantiga Para Um Velho Peão

Wilson Paim

wiriv 27 Wilson Paim Cantiga Para Um Velho Peão
Intro:


Seus olhos cansados, as rugas no rosto

A beira do rancho mateia solito

Reponta lembranças por muitos caminhos

Campeando as estrelas pelo infinito


O tempo sem trégua o leva aos poquitos

E a geada dos anos lhe envolve a melena

Tropilha de sonhos cruzando a memória

Potranca saudade ele já não enfrenta


Lhe resta os arreios, a roupa surrada

E um ponchito velho que está no galpão

As muitas histórias de um tempo passado

Trabalho pesado, as lidas de peão

(Repete o Refrão)

O berro do gado perdeu-se a distância

Caminha parceira lá junto do boi

A vã esperança que a vida melhore

E a força do braço que a muito se foi


As noites são longas e os dias infindos

Apenas um mate lhe aquece e acalma

Um pouco da pampa floresce em sua imagem

Raizes que brotam do fundo da alma

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