×
×
5x
Tamaño
Altura
Auto-Scroll

Amanhecido

César Oliveira e Rogério Melo

Yovannybass 421 César Oliveira e Rogério Melo Amanhecido

A manha pedindo cancha sobre a missa dum balcão

Onde o padre é bolicheiro e a canha é q dá benção

vão doutrinando os paysanos num batismo de fronteira

q vai fazendo esparramo na ideia de quem clareia


quem rezou a noite inteira num altar tradicional

campeando rumo das casa e pecador do ritual

ainda vai retumbando na cabeça um bordoneio

e o sol cozinha sem presa quem vai firmando os arreio

e o sol cozinha sem presa quem vai firmando os arreio


nas redea um santo rosario q vem o corpo benzendo

pena q a borrachera traz as duas mao tremendo BIS


sorte um pingo da confiança que ainda conheçe o prumo

pois quem segue pela estrada multiplica o proprio rumo

mas de fato pouco importa o q fiz de madrugada

pois o fim foi na porteira bem na hora da pegada


por cristao rogo assobiando uma vaneira pra o céu

pois na encilha achei minh alma perdida nesse mundel

na farra e golpeando um trago fiz render mais um domingo

por que galo da fronteira mete até quase durmindo

por que galo da fronteira mete até quase durmindo


eu sou crente dessa igreja onde a canha é quem batiza

no culto manda quem pode obedece quem precisa

Relacionados

Letras más leídas de César Oliveira e Rogério Melo

Inicia sesión para guardar esta canción en favoritos

Iniciar sesión