Letra
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Intro:
E||7|55|5533|
B||710|||
G||77|66|6644|
D|0|7|||
A|07|9|000|00|
E|||||
E|2||||
B|77|5533|2||
G|2||6/4|2200|
D|77|5544|27/5|4422|
A|0|00|00|00|
E|||||
E||
B||
G||
D|4|
A|5|
E||
( ) (2x)
Empezando no serviço bombeando as barras do dia
A saudade lambe a cria vertendo água dos olhos
E se acampa nos rodeios campeando os lanho da alma
Recaos que arrasto por balda pro lombo do meu cavalo
Assim vou levando a vida montado nalgum lombilho
Bem tosado a cogotilho, no velho estilo campeiro
Com a negaça dos meneios depois que sento os arreios
E tiro qualquer costeio do lombo do meu cavalo
Refrão 2x:
Que cosa buena, vidinha, que cosa buena!
Um verso trocando orelha, cutucando na paleta
Cosa gaúcha, que cosa mais bem gaúcha!
( )
Onde a gente mete a fuça o Rio Grande veiaqueia.
(
Solo:
E||||
B||||
G||020420|22222|
D|02042|4420||
A|04||444|
E||||
E|||||
B||||220|
G|22200||001|22020|
D||40|20424||
A|422|04|||
E||5|||
E|||
B|||
G|220||
D|42342|4|
A||5|
E|||
Quarto de milha com crioulo, pelo tostado queimado
Tapado, solto das patas, macio de boca e ligeiro
Amigo daqueles buenos, parceiro pra toda lida
Que a vida sempre amadrinha pra junto do meu costado
E
Que cosa buena, vidinha, que cosa buena!
E
Um verso trocando orelha, cutucando na paleta
E
Cosa gaúcha, que cosa mais bem gaúcha!
E
Onde a gente mete a fuça o Rio Grande veiaqueia.
E
Onde a gente mete a fuça o Rio Grande veiaqueia.
E
Onde a gente mete a fuça o Rio Grande veiaqueia.
( G#m E )
E||7|55|5533|
B||710|||
G||77|66|6644|
D|0|7|||
A|07|9|000|00|
E|||||
E|2||||
B|77|5533|2||
G|2||6/4|2200|
D|77|5544|27/5|4422|
A|0|00|00|00|
E|||||
E||
B||
G||
D|4|
A|5|
E||
( ) (2x)
Empezando no serviço bombeando as barras do dia
A saudade lambe a cria vertendo água dos olhos
E se acampa nos rodeios campeando os lanho da alma
Recaos que arrasto por balda pro lombo do meu cavalo
Assim vou levando a vida montado nalgum lombilho
Bem tosado a cogotilho, no velho estilo campeiro
Com a negaça dos meneios depois que sento os arreios
E tiro qualquer costeio do lombo do meu cavalo
Refrão 2x:
Que cosa buena, vidinha, que cosa buena!
Um verso trocando orelha, cutucando na paleta
Cosa gaúcha, que cosa mais bem gaúcha!
( )
Onde a gente mete a fuça o Rio Grande veiaqueia.
(
Solo:
E||||
B||||
G||020420|22222|
D|02042|4420||
A|04||444|
E||||
E|||||
B||||220|
G|22200||001|22020|
D||40|20424||
A|422|04|||
E||5|||
E|||
B|||
G|220||
D|42342|4|
A||5|
E|||
Quarto de milha com crioulo, pelo tostado queimado
Tapado, solto das patas, macio de boca e ligeiro
Amigo daqueles buenos, parceiro pra toda lida
Que a vida sempre amadrinha pra junto do meu costado
E
Que cosa buena, vidinha, que cosa buena!
E
Um verso trocando orelha, cutucando na paleta
E
Cosa gaúcha, que cosa mais bem gaúcha!
E
Onde a gente mete a fuça o Rio Grande veiaqueia.
E
Onde a gente mete a fuça o Rio Grande veiaqueia.
E
Onde a gente mete a fuça o Rio Grande veiaqueia.
( G#m E )