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Bastos Potros e Guitarras

César Oliveira e Rogério Melo

Nazgul 375 César Oliveira e Rogério Melo Bastos Potros e Guitarras


Bastos, potros e guitarras

Guitarras, potros e bastos

Cantiga cheirando a pasto

Milongas, polcas, chamarras


Um maula berrando forte

Um recal ringindo os tentos

Contra punteando com os ventos

Que se levantam do norte


Se eu pudesse cantar versos

Como sou esporeador

Conquistava a china Rita

Cantando versos de amor


D um potro faço a guitarra

Da guitarra faço um potro

E antes que a noite me alcance

Largo um e encilho o outro BIS / B7 , Em


Quem me dera ter na alma

O corpo de um Martim Fierro

E as batidas de um cincerro

Me atormentando a calma


Quem me dera ter nos dedos

O que sobra nas esporas

Pra guitarrear nas auroras

E revelar mil segredos


Porém me sobra o que tenho

Pois tenho pouco floreio

Meu canto é a mescla das ânsias

Dos que vivem dos arreios


Sovéus maneias e riendas

Fazem parte desta farra

Porque a vida entreverou

Bastos, potros e guitarras. BIS / B7, Em

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