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Baia Sebruna

César Oliveira e Rogério Melo

Bmarquez 12 César Oliveira e Rogério Melo Baia Sebruna



Se foi assim tastaveando como querendo rodar

?Pra mode" não se estropear ?tentiei" o bico do freio

Égua maleva, esta baia com cismas de renegada

Cria de raça estragada que há tempos redomoneio


Já dei nem sei quantas sovas nesta bruta mal costeada

Da cabeça encarneirada se assombra quando vê gente,

Se assombra quando vê gente,

Já desmanchou meus arreios de tanto que se boleia

Todo dia ?veiaqueia" num corcóveo diferente Bis


(Baia sebruna matreira vive só de lombo inchado

Cosquilhosa e negadeira me traz um tanto estafado

Quando vê qualquer toceira já se bolca de costado

?Chê de Deus" que trabalheira pra um pobre ?ganhá" uns ?trocado") Bis
Int. D E7 A7 D G7 C G7 C G7 C G7 C


Pra embuçalar de manhã é sempre a mesma novela

Murcha orelha e atropela bicho arisco, desgraçado

Não forma junto com os outros parece ?inté" me tenteando

Fica num canto roncando que nem ?peludo" enfurnado


Se até semana que vem eu não te ajeitar da boca

E tu seguir feito louca te atirando nas cancela

Te atirando nas cancela

Eu juro que largo a doma, meu ofício desde novo

Dou uma cruzada no povo e te vendo pra mortadela Bis
( ) Int.

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