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Milonga Maragata

César Oliveira e Rogério Melo

rafaloba 11 César Oliveira e Rogério Melo Milonga Maragata
Intro:

Chiripá de saco branco

Lenço atado a meia espalda

E uma vincha aqui se esbalda

Na melena esgadelhada

Na cintura, a carniceira

Companheira de degola

E um ? Quarenta ? de argola

Pra garantir a querada

Carcaça de puro cerne

Forjada em têmpera guapa

Com a rude estampa farrapa

Plantei tenência de mau

E a descendência da raça

Semeei no eco do berro

Brincando de tercear ferro

Com chimango e pica-pau

Relampeia ferro branco

Também troveja a garrucha

Nesta milonga gaúcha

Que, por taura não se enleia

Peleia dando risada!!

Porque o macho se conhece

Porque o macho se conhece

É atrás do ? S ? da adaga

Debaixo do tempo feio

Só a coragem sustenta!

Pode faltar ferramenta

Mas sobra a fibra guerreira

Pois quem herda a procedência

Do nobre sangue farrapo

Só morre queimando trapo

Peleando pelas ladeiras

Com o instinto libertário

E o tino de um fronteiro

Eu era um clarim guerreiro

Pondo em forma o rio grande

Pois a grito e pelegaço

Fiz a pátria que pertenço

Cabrestear para um lenço

Maragateado de sangue.

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