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Paleteada

César Oliveira e Rogério Melo

Amaranta 15 César Oliveira e Rogério Melo Paleteada
)


Vem se escorando no freio

Se enforcando na peitera

E quase que se debruça

No grito de upa e se foi.

Meu gateado "frente aberta?

"Brazino? nas quatro patas

De vereda se desata
/ /
E se acolhera com o boi.


Num mouro marca e "H?

O Junico me faz costado

E o osco canela fina

Se para cheio de assombro,

Meu gateado vem pra cima

E o mouro não frouxa um tento

E o osco espragueja o vento
/ /
Quando lhe cuspo no lombo.



Grito a grito, peito a peito

"Repontemo?até o rodeio

Este matreiro teimoso

Que refugou na picada.

De à cavalo eu não refugo

Embora o tempo desabe

E o mais matreiro já sabe

Que me gusta a paleteada.


Paleteada é lida bruta

Nascidas nas "escaramuças?

Quando se apartavam tropas

Em "machaços " atropelos

A encontro e bico de bota

Tirava o boi do refugo

Que reboleava o sabugo
/ /
Na direção do sinuelo.

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