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Cabanha Toro Passo

César Oliveira e Rogério Melo

Lierr98 7 César Oliveira e Rogério Melo Cabanha Toro Passo
Lindera ao passo velho do Toro Passo
Desde os tempos da linha férrea
Passando o bolicho do Gaiola,
A vida lá fora
Vista do "Arroio do Fundo",
Me cala fundo
Quando apeio ali, na Cabanha Toro Passo

Quando uma milonga fronteira, floreia grongueira, charlando distâncias de campo e de flor, por onde for...

Um tempo novo abre os trabalhos, metendo cavalo, com o pinho nos braços fazendo um fiador, pra alguma dor!

Quando uma milonga marcada, Cutuca por nada mandando a palavra,

"Botá" no serviço a inspiração...
A vista do lombo do arreio,
Chuleia os "terneiro",
A eguada, os "carneiro",

E a cuscada ovelheira no corredor!

Quando uma milonga buenaça
Ponteia lindaça, fazendo fumaça

Pra um chibo estendido n alguma cruz...

A gente faz tudo que gosta,
Mas só quem se topa, termina na volta;

Deitado nas cordas, ouvindo um violão!

Então tá!!!

Que tal fecha um mate, tocando pro gasto.

Com a alma lavada, cheirando a pasto,

Batendo na marca de um milongão...

Então tá!!!

Que tal quebra o cacho da cola dos planos,

Largar a galope e a todo pano,

Matar a saudade de rir e chorar...
Milonga!!!Milonga!!!

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