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Cheirando a Graxa da Orelha

César Oliveira e Rogério Melo

seviches 5 César Oliveira e Rogério Melo Cheirando a Graxa da Orelha
[Intro]


Delgacei um baio gemada encilhado a capricho

Botando todo o preparo desde o buçal ao rabicho

E me fui pra um bate-coxa me encostelar com um cambicho

Colguei a cincha do pingo e entrei rumo ao chinaredo

Bombeei o zóio num lote e apartei uma com dedo

Que veio bolcando os quarto cheia de amor e segredo.


Passei a mão na pinguancha que não era nada feia

Sai cruzando o pescoço cheirando a graxa da oreia

E bulindo a bixa véia do cogotilho às cadeira.

( )


Dei um grito pro gaiteiro debulhar uma vaneira

E saltei atropelando me enforcando na peiteira

Trompando pata com pata levantando polvadeira

Numa refrega bacuda de arrebentar os baixeiros

Calcei a china na pua no meio do entreveiro

Num trote véio socado como petiço pipeiro.


Passei a mão na pinguancha que não era nada feia

Sai cruzando o pescoço cheirando a graxa da oreia

E bulindo a bixa véia do cogotilho às cadeira.

( )


Fiz um corpito de cobra tenteando o bico da gansa

E a franga se negaceou fazendo de sorra mansa

Mais sou taura pro namoro e firmei no cabo da dança

A boeira vinha apagando sai fazendo costado

Alcei na garupa a changa que era do meu agrado

Na volta da reboleira fizemos nosso noivado.


Passei a mão na pinguancha que não era nada feia

Sai cruzando o pescoço cheirando a graxa da oreia

E bulindo a bixa véia do cogotilho às cadeira...

Bordoneando a loca véia do cogotilho às cadeira...

Inventando a bigoduda do cogotilho às cadeira...

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