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Linguagem Pátria de Um Povo

César Oliveira e Rogério Melo

roqui 17 César Oliveira e Rogério Melo Linguagem Pátria de Um Povo



Parece que o firmamento se ajoelha e pede perdão

Quando rezo esta oração, abraçado na guitarra

Parece que o tempo esbarra e o mundo troca de ponta

Quando meu canto reponta minhas inquietudes mais potras

Que se apartaram das outras sem que eu me desse de conta Bis


Por isso peço licença pra cantar esta milonga

Que peito adentro ressonga quando a vigüela soluça

Numa pampeana escaramuça que ata um nó na garganta

Do gaúcho de alma santa já nascido com o destino

De trazer o chão sulino em cada verso que canta Bis


(Minha cantiga é baguala porque traz xucros na estampa

E traduz o idioma pampa do garrão deste hemisfério

Meu canto é a voz do gaudério linguagem pátria de um povo

Que sonha com um mundo novo e a ser livre se concentra

Neste milênio que adentra no mais machaço retovo)

Int. G7 C G7 C E7 Am E7 Am E7 Am E7 Am


Cantando sempre me agarro ao que tenho e ao que sinto

Não me engana o meu instinto sou teatino mal costeado

Pois quando é do meu agrado e uma ânsia se destaca

Dou-lhe um nó de correr vaca na cola do meu tordilho

E depois que me enforquilho só o santo padre me ataca Bis
( ) Int. G7 C E7 Am

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