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Milongão Pra Assobiar Desencilhando

Luiz Marenco

juanma21 17 Luiz Marenco Milongão Pra Assobiar Desencilhando
Intro:

Solo:

E|
A|
D|5/77976711
G|710109977
B|
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A|
D|79767
G|912121010997
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D|5/779767
G|710109977
B|
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E|
A|
D|111098
G|1211109
B|1211109
E|121110910



Silhueta de um fim de tarde, prenunciando a mesma sombra

Do tarumã bem copado contra o lado do galpão

Que larga fumaça branca no mais alto se desenha

De certo é cambona e lenha na porfia do fogão


A gateada apura passo no acôo da cuscada

Que faz festa com o retorno dos campeiros na mangueira

Silêncio se vai aos poucos pelas esporas nas pedras

E os tinidos da barbela nos escarceios da oveira


Aos poucos, ouvem-se coplas num assobio compassado

Que entram galpão à dentro, depois voltam mais sonoras

Se vão tirando a carona, o xergão e entram mais calmas

Parecem que campo e alma se mesclam bem nessa hora

Int.

Solo:

E|
A|
D|
G|223322
B|33223233321023
E|10010



Água nos lombos suados, mais águas pras cambonas

E o galpão se para quieto pra escutar um campeiro

Depois do dia de lida, de invernada e rodeio

Sobra tempo pra um floreio e um assobio milongueiro


Um mate recém cevado, silencia o galpão grande

Reverenciando quietudes nas sombras que aquerenciei

E quem refaz o seu dia de bem com a vida no campo

Um pelego sobre um banco é mais que um trono de rei


Ficou um resto de pasto agarradito no freio

Esporas mangos e laços e um silêncio esperando

Alguém de alma lavada á debruçar-se no violão

E tocar um milongão pra assobiar desencilhando

E tocar um milongão pra assobiar desencilhando


Int.
Solo

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