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China de Tapera

Leonel Gomez

yago 18 Leonel Gomez China de Tapera


À sombra grande do oitão da vida

Cheguei um dia e fui puxando o banco

E o mate amargo da ilusão perdida

Sorvi bombeando teu cabelo branco

Que te fizeram china caborteira

Pra assim ficares tão desfigurada

Onde escondeste a graça feiticeira

Dessa boquinha outrora colorada

Culpada foste e hoje me condenas

Por não ter sido o que meu verso era
()
E andar no mundo repontando penas

Inspiração perdida quem me dera

Que eu fosse um rancho abandonado apenas
() ()
Contigo dentro ó china de tapera

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